domingo, 1 de maio de 2011

7 mitos sobre a maconha

1 -A maconha vicia

O vício na maconha é uma questão bastante relativa até mesmo para os cientistas. Segundo o biomédico Renato Filev, pesquisador do Núcleo de Neurobiologia e Transtornos Psiquiátricos da USP, o vício na cannabis, de fato, não existe, mas sim um hábito de fumá-la. O consumo de erva com frequência pode ser considerado vício, porém, não há relatos clínicos de casos de abstinência”. Também não há relatos de tolerância (quando a droga não faz mais efeito) à cannabis, um dos sintomas do vício. O fato do conceito de dependência ter ganhado outras facetas também dificulta dizer se há o vício. “Há diferentes níveis de dependência. O vício na maconha, entretanto, é social e individualmente menos danoso do que os de outras drogas e mais fácil de ser enfrentado, ainda que acarrete grande sofrimento, como qualquer transtorno mental grave”, diz o antropólogo Maurício Fiore. Ou seja, você pode não se tornar quimicamente dependente da maconha, mas mentalmente.

2 - A maconha causa danos cerebrais

O uso excessivo de maconha pode caudar danos cerebrais sutis a longo prazo, mas não deixar a pessoa completamente demente. Este mito aparece na história desde o século 19, quando os ingleses acreditavam que o bhang, bebida à base de maconha bastante comum na região da Índia, causada demência. Hoje, depois de anos de pesquisas, sabemos que a cannabis não faz mal, desde que usada moderadamente. Experiências que compararam pessoas que não fumavam maconha com usuários assíduos, que consumiam cinco baseados por dia há mais de 15 anos, mostraram diferenças sutis nos resultados de memória e atenção. A mesma pesquisa mostrou que o uso excessivo e diário de álcool causa mais sequelas do que a cannabis.

3 - Maconha x Cigarro: males

Não há provas da relação direta entre fumar maconha e câncer de pulmão, traqueia ou outros associados ao uso do cigarro. Nem por isso, o baseado está livre de seus males. “O fato de ser inalada normalmente sob a forma de fumaça resultante da queima da erva enrolada num papel acarreta consequências tão ou mais negativas que as do tabaco”, diz o antropólogo Fiore. Outra preocupação é que os resultados do uso prolongado da droga ainda são incertos.“A ilegalidade da maconha é um enorme obstáculo para a pesquisa sobre consequências do seu consumo e para a disseminação de informações aos seus consumidores”, completa Fiore. Mas já sabe-se que o usuário eventual não precisa se preocupar com um aumento grande do risco de câncer. Porém, aquele que fuma mais de um baseado por dia há mais de 15 anos deve pensar em parar.

4 - A maconha é só o começo

Grande parte de viciados em drogas pesadas foi, no passado, usuário de maconha, mas nem todos ficam viciados em drogas pesadas. Esta é a melhor maneira de explicar o fenômeno que deu à cannabis a fama de que é uma porta de entrada para o consumo de drogas como o crack e a heroína. “Uma parcela muito pequena de usuários de maconha migram para outras drogas”, diz o biomédico Filev. A maior e única ligação entre a maconha e o crack, por exemplo, é que ambos são ilegais e são vendidos no mesmo lugar. Segundo o antropólogo Mauricio Fiore, o que faz um usuário de maconha ter acesso a drogas mais pesadas é o simples e puramente fácil acesso a elas, por estarem na “mesma prateleira do supermercado”.

5 - A maconha é mais forte hoje do que era no passado

As novas técnicas de cultivo da cannabis e a popularização do skunk, maconha hidropônica, são os culpados pelo surgimento deste mito. A sociedade civil acusa que o uso de tipos híbridos no cultivo da maconha faz com que a planta tenha maior quantidade de resina e de princípios ativos, o que a deixaria mais “forte”. De fato, a “potência” da maconha depende da “safra” da cannabis e dos cuidados do cultivador, mas essa turbinada independe se a planta é hidropônica ou não. “Planta geneticamente alterada não significa maior potência e nem muito menos que os usuários estejam consumindo maconha de forma mais arriscada ou perigosa”, diz o antropólogo Fiore.

6 - Maconha não tem valor medicinal

A maconha pode (ainda) não curar, mas ajuda a aliviar os incômodos do tratamento de transtornos mentais e de portadores do HIV, estimulando o apetite dos pacientes. O primeiro relato médico do uso medicinal da cannabis foi há 5 mil anos, em um herbário chinês, onde a planta era indicada para combater males como a asma, doenças do aparelho reprodutor feminino, insônia e constipação intestinal. No ocidente, quem inaugurou o uso “sério” da droga foi o professor Raphael Mechoulam, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Atualmente, os medicamentos com base na maconha estão sendo usados em pacientes de Aids, câncer e esclerose múltipla. “Estão sendo feitos os componentes da Cannabis em comprimidos e spray”, conta o biomédico Filev. “A droga, então, poderá ser usada nos tratamentos de transtornos como ansiedade, depressão, psicose, esquizofrenia e doenças neurodegenerativas”.

7 - Na Holanda vale tudo!

Se você acha que, assim que descer em Amsterdã, encontrará pessoas por todos os cantos fumando os seus cigarros de maconha, você está completamente enganado. Ao contrário do que achamos, a Holanda não liberou a Cannabis, mas adotou uma política de tolerância às drogas. Você não encontrará, por exemplo, gente fumando maconha nas escolas e nos transportes públicos, lugares onde o consumo é proibido. Os usuários só podem acender os seus baseados em parques, bares e ao ar livre. Você também não poderá comprar a Cannabis em qualquer lugar, já que apenas casas especiais, os Coffee Shops, podem vendê-la. Além disso, uma pessoa pode comprar, no máximo, 5 gramas de maconha (sendo que os Coffee Shop podem ter no máximo 500 gramas da droga), para evitar o consumo excessivo e o tráfico de drogas. A legislação proíbe, ainda, a publicidade da cannabis e a venda da erva a menores de 18 anos.

30 curiosidades bizarras sobre sexo

Decidi reunir algumas curiosidades bizarras sobre o mundo do sexo. Espero que divirtam-se!

1. Na Grécia antiga, pênis pequenos e eretos eram admirados pelas mulheres, enquanto que os grandes eram considerados antiestéticos.

2. Durante a Idade Média, acreditava-se que homens e mulheres produziam espermatozóides.

3. O castigo para adultério na Roma dos césares era a amputação do nariz.

4. Na Inglaterra, até 1884, uma mulher podia ser presa por negar sexo a seu marido.

5. Na antiga Babilônia os homens ofereciam suas esposas como pagamento por serviços prestados.

6. Data de dezembro de 1953 a primeira edição da revista Playboy. A publicação, com Marilyn Monroe na capa, custava 50 centavos de dólar.

7. Dizem por aí que o o faraó Rameses II teve 160 filhos.

8. Na Idade Média, segundo a igreja católica, o sexo só deveria ser praticado como forma de procriar. Os religiosos da época advertiam ainda que não se deveria estimular o prazer durante a transa.

9. Na época vitoriana as mulheres menstruadas eram tratadas como doentes e obrigadas a permanecer na cama durante o período crítico.

10. Uma emissora de televisão de São Franciso, nos Estados Unidos, foi a primeira a colocar no ar um comercial de preservativo. Aconteceu em 1987.

11. O sexo oral é considerado ilegal nos estados norte-americanos do Arizona, Flórida, Minesota, Lousiana, Carolina do Norte e do Sul, Utah e Virginia. o.O

12. Por 100 anos a Igreja Católica só admitiu umaa posição sexual: a de papai e mamãe.

13. Até 1972 a homossexualidade era considera doença mental nos Estados Unidos.

14. Teodora, antes de casar-se com o imperador Bizantino Justiniano I, era prostituta.

15. Em 1996, os norte-americanos gastaram 8 bilhões de dólares com material pornográfico.

16. Cleópatra apendia segredos sexuais com cortesãs e ergueu um templo para sua legião de amantes. Dizem que ela fez sexo oral em 100 homens em uma noite.

17. Na área rural da China os casais não perdem tempo com preliminares, dizendo que são frivolidades.

18. As mulheres ficam 30% mais ativas sexualmente durante a lua cheia.

19. Numa tribo da Polônia, os casais de 18 anos fazem amor em média 3x por noite até os 30 anos de idade.

20. Os antigos egípcios já usavam preservativos, porém o método contraceptivo mais comum da época era um supositório vaginal feito com mel e língua de crododilo.

21. O estrogênio e a testosterona atingem o seu pico ao cair da tarde.

22. Os aborígenes do deserto do Kalahari tem o pênis semi-ereto o tempo todo.

23. A tribo Caramoja, do nordeste do Uganda, amarra um peso na ponta do pênis para alongá-lo e às vezes, o membro fica tão comprido que o dono tem de enrolá-lo para cima.

24. Na Inglaterra, um fabricante produziu um “boneco gay” de 32cm, que se tornou um enorme sucesso de vendas na Europa e no Japão.

25. Na Alemanha foi inaugurado um “museu do erotismo”, chamado “Mundo das Fantasias Eróticas”, com uma área de 1.800 m2 e 3.000 objetos em exposição.

26. No Sri Lanka, rapazes de 16 a 19 anos são abordados por senhoras européias ricas, que pagam para ficar hospedadas na casa das respectivas famílias, dormindo nos seus quartos.

27. Na Espanha surgiu um aparelho comandado por computador, para provocar orgasmos em homens, e aguarda-se a criação de um modelo para as mulheres.

28. No Peru, existe um partido político exclusivo para gays, prostitutas, transexuais, travestis e lésbicas.

29. Ante um juiz, os romanos juravam dizer a verdade apertando-se suavemente os testículos com a mão direita, dizem que daí vem a palavra Testemunhar.

30. De acordo com o Kinsey Institute, o maior pênis ereto mede 35,75 cm e o menor, 4,81 cm.